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"Se tivesses acreditado nas minhas brincadeiras de dizer verdades, teria ouvido as verdades que insisto em dizer brincando..."

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E é preciso, antes de mais nada, ser um eterno aprendiz para só assim aprender a ensinar!


"Me interprete como quiser... Me veja da sua maneira... Pode me julgar. Só não espere que eu seja isso que você pensa!!!"



quarta-feira, 25 de maio de 2011

Blog do Euler: Governo de Minas continua fazendo cara de paisagem...

Blog do Euler: Governo de Minas continua fazendo cara de paisagem...: "Governo de Minas continua fazendo cara de paisagem em relação ao piso dos professores. Nossa resposta: greve geral por tempo indetermi..."

sábado, 7 de maio de 2011

Blog do Euler: O que queremos do governo mineiro para 2011. Técni...: "Na foto, o nosso combativo João Martinho , ao lado da guerreira professora Maria Helena . Reparem que o João, ali no Plenário da ALMG, já es..."

domingo, 1 de maio de 2011

PARABÉNS TAM

Aconteceu na Tam, é verídico !!!

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar
na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro.
Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
'Qual o problema, senhora?', pergunta a comissária..
'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'
'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe
econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa tão desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

Não resisti a história é boa demais...........

quarta-feira, 20 de abril de 2011

CARREIRA NOVA ou CARREIRA ANTIGA?!?!?!?!?!?!?

Quando comecei esse blog prometi a mim que não colocaria nenhum tipo de comentário relativo à minha profissão, porém o momento me exige isso, pois o descaso e acomodação de alguns profissionais da educação estão me incomodando!
Estamos atravessando um período de desânimo geral por parte de todos os educadores do país.
Com o recente “reconhecimento”, por parte dos ministros do STF, de que piso nacional do magistério é piso e não teto como alguns gostariam que fosse, ou seja, piso é o vencimento básico sem a incorporação das vantagens ao contrário do que acontece em Minas Gerais, com a lei do subsídio. Porém ainda está pendente no STF a questão do terço de tempo extra classe. Como já aconteceu anteriormente e não obteve as assinaturas da maioria dos professores, existe uma manifestação visando solicitar dos ministros uma atenção especial no que se refere à votação do terço de tempo extra classe.
Esse abaixo assinado é uma das formas que a classe encontrou para lutar por nossos direitos, porém até o presente momento conta com menos de 1000 assinaturas, ora convenhamos, trabalho em um Estado com aproximadamente 160 mil professores na ativa e esse número de assinaturas é no mínimo vergonhoso para a nossa classe. Infelizmente os professores acreditam que as coisas vão mudar sem nenhum tipo de atitude por menor que seja.
Engraçado, sempre pensei que quando não se faz nada, nada muda! rsrsrsrs!
E a vergonha não para por aí.
Há alguns dias conversando na Escola com os demais professores sobre esse assunto e a pressão que estamos sofrendo por parte do governo para permanecermos na “NOVA CARREIRA”, ou seja, na lei do subsídio, ouvi os seguintes argumentos:
- “Acho que vou permanecer na “NOVA”, pois tenho medo do que o governo pode fazer comigo se eu retornar para a antiga...”
Perguntei-lhe o que o governo poderia fazer? De que forma ele poderia prejudicá-la se ela estaria exercendo um direito que ele mesmo havia lhe proporcionado? e ela não soube o que responder, quer dizer tem medo e nem sabe de que, detalhe, professor(a) com mais de 20 anos de magistério...
-“Vou permanecer na “NOVA”, pois o governo está praticamente nos obrigando a isso”...
Como o governo pode estar nos obrigando se ele está nos dando uma opção? Se me dissesse: o governo não está nos informando, ou melhor, nos informa apenas o que lhe é conveniente eu poderia até concordar, porém eu não posso e nem vou me contentar com as informações de uma fonte que está comprometida com o desejo do governo.
- “Vou ficar na “NOVA”, pois financeiramente ela é mais interessante para mim!” Esse é o principal argumento dos educadores, e sem dúvida no momento é mesmo, mas quando falamos de carreira estamos falando de futuro, de progressão, de perspectiva de melhorias as mais diversas, e, com essa lei eu não consigo enxergá-las.
É a prova que, infelizmente, pertencemos a uma classe de trabalhadores que só consegue enxergar as próprias necessidades e espera as melhorias caírem do céu, ou pior, que somente alguns se sacrifiquem pelo bem de todos.
Estou muito desanimado é com certos “colegas” que se comportam como os alunos dos quais reclamam e não estudam ou não se informam sobre o que lhes afeta enquanto profissionais. Que tipo de profissional é esse? Que valores ele passa aos seus alunos? Que tipo de cidadão crítico ele está formando se ele mesmo não consegue exercer essa criticidade?
Muitos de nós lutamos por melhores condições de trabalho e é claro que isso envolve a remuneração, porém temos a consciência de que o sacrifício por vezes é necessário se quisermos alcançar um benefício que atinja uma maior parcela da categoria..
O objetivo das minhas colocações não é o de convencer as pessoas a tomarem esta ou aquela decisão. Como educadores que somos devemos pensar, refletir, analisar, e então tomar a decisão correta, mas pelos motivos certos, e não porque algumas pessoas comprometidas com determinadas situações nos fornecem apenas as informações necessárias para que tomemos a decisão que mais lhes interessa.
Vivemos em um mundo onde a informação é cada vez mais considerada uma riqueza e todos temos acesso a ela de uma forma razoavelmente simples.
Pensemos nisso, e em que tipo de profissional seremos no futuro se não mudarmos essa maneira equivocada de se comportar no que se refere à nossa classe, nossa carreira, nossa luta e nossos princípios. Devemos nos unir e não permitir que os governantes nos coloquem uns contra os outros, ou nos convençam de que não podem arcar com a “despesa” que a educação acarretaria. Não se esqueçam que gasto com educação é investimento e não despesa.
Sonho? Talvez... Mas um dia quem sabe isso muda!